João Castro

João Castro estudou na Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo (Porto), com os professores Nuno Soares e Zofia Wóycicka. Actualmente frequenta o mestrado na Hochschule für Musik Detmold (Alemanha), na classe de violino do professor Thomas Christian.

Integrou a Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfónica da Esmae e Orquestra Aproarte, colaborando ainda com o Anglo-Portuguese Ensemble (Londres), Jove Orquestra Simfònica de Castelló (Espanha), Orquestra do Norte e Orquestra Gulbenkian. Tem trabalhado com maestros como Jan Zarzycki, Pedro Neves, Jean-Marc Burfin, Ernst Schell, Vytautas Lukocius, Paul McCreesh, Michal Nesterowicz, Hannu Lintu e Jukka-Pekka Saraste. Participou nas edições do Estágio Gulbenkian para Orquestra de 2014, 2015 e 2016, tendo sido chefe de naipe dos segundos violinos e concertino, sob a direcção da maestrina Joana Carneiro. É membro da Orquestra XXI e da Detmolder Kammerorchester (Detmold).

Em música de câmara tem trabalhado com António Saiote, Ryszard Wóycicki, Xenia Jankovic, Diemut Poppen, Alexander Gebert, Thomas Christian, Peter Orth e Quarteto Auryn. Participou no Harmos Festival 2014 com o grupo “SAREK” (sexteto de cordas) e no Festival Cantabile 2015.

Obteve o 3º prémio no Prémio Jovens Músicos RDP (2009 - Música de Câmara, nível médio) e ganhou o 1º Prémio no “Concurso Auryn 2015” e “Concurso Auryn 2016” (Música de Câmara).

Frequentou cursos de violino com Bartek Niziol, Alexander Trostiansky, Yuri Nasushkin, Sergey Kravchenko, José Paulo Jesus, Tatiana Samouil, Ulla Maija Hallantie, Gerardo Ribeiro, Magdalena Rezler, Gabriel Croitoru e Felix Andrievsky.

Vladimir Tolpygo

Natural de Moscovo, Rússia, o violinista português Vladimir Tolpygo iniciou os seus estudos de Violino com quatro anos de idade, com o professor Serguei Fatkulin. Aos cinco anos emigrou para Portugal, ingressando, em 2001, na classe do professor Serguei Arutyunyan na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave (ARTAVE). Estudou entre 2007 e 2012 na Escola Superior de Música e Arte de Representação de Mannheim, na Alemanha, na classe do professor Roman Nodel, tanto ingressando nesta como terminando o curso com a classificação máxima entrando, posteriormente, na Escola Superior de Música de Karlsruhe, iniciando nesta a sua pós-graduação (curso "Konzertexam"), na classe do professor Laurent Albrecht Breuninger.

Já no decorrer dos seus estudos recebeu extensa experiência orquestral, tanto a tutti como em posição de concertino. Para além de orquestras juvenis, teve a oportunidade de trabalhar em orquestras profissionais de renome, entre as quais se destaca a "Radio-Sinfonieorchester Stuttgart des SWR". Desde Maio de 2013, ocupa uma posição permanente na Orquestra da Rádio de Munique ("Münchner Rundfunkorchester", tutti nos 1os violinos) e a partir de Setembro de 2016 começará a trabalhar na Orquestra Filarmónica de Munique, sob a direcção artística do maestro Valeri Gergiev.

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 2009 a 2012, participando em masterclasses com professores de renome e sendo premiado em vários concursos nacionais e internacionais (1o prémio no concurso “Prémio Jovens Músicos”, 2004 e 2008 – Lisboa, 1º prémio ex-aequo no concurso internacional “Júlio Cardona”, 2005 – Covilhã, 3o prémio ex-aequo no “Concorso Violinistico Internazionale Andrea Postacchini”, 2009 – Fermo, Itália, “16° Concurso de Interpretação do Estoril”, 2014 – Lisboa, entre outros), apresentando-se também a solo com várias orquestras, entre as quais a orquestra Gulbenkian, a orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim e a Orquestra do Algarve.

Catarina Passos

Flauta | Londres

Catarina Passos de Oliveira (Mafra, 1989) começou os seus estudos musicais aos 15 anos. No ano seguinte ingressa no Conservatório de Música D. Dinis, em Odivelas, primeiro na classe do Prof. João Pedro Fonseca e, depois, na classe do Prof. Fernando Marinho. Aqui conclui em 4 anos o mesmo curso, obtendo no seu exame final 19 valores.
Em 2009, ingressa na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe do Prof. Nuno Inácio, onde terminou o programa de licenciatura em 2012.
Frequentou várias masterclasses com professores como William Bennett, Emily Bynon, Rachel Brown, Trevor Wye, Averil Williams e Vasco Gouveia.
Tocou já em diversas orquestras, incluindo Orquestra Metropolitana de Lisboa, Lisbon Film Orchestrae Orquestra Sinfónica Juvenil. Nesta última, onde foi chefe de naipe, apresentou-se também a solo, como resultado da atribuição da bolsa de mérito Orquestra Sinfónica Juvenil/Fundação EDP.
Foi desenvolvendo um interesse crescente pela Música de Câmara, cujas experiências levaram à sua presença em alguns festivais e salas de concerto em Portugal, França e norte de Inglaterra. Trabalhou com maestros como Pablo Heras-Casado, Antoni Ros Marbá, Jaime Martin, Michael Zilm e Joana Carneiro.
Actualmente, Catarina Passos frequenta o programa de Mestrado em performance na Royal Academy of Music, em Londres, trabalhando com Sam Coles, Kate Hill (Flauta) e Patricia Morris (Piccolo).

 

Ana Catarina Costa

Flauta | Haia

Ana Catarina Costa (Aveiro, 1984) iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos na AIRA - Banda de Angeja. Ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro, na classe da Prof. Ana Maria Ribeiro, o qual terminou em 2003, com a classificação de 20 valores. Prosseguiu os estudos na Musik-Akademie der Stadt Basel (Suíça), com Félix Renggli  e, mais tarde, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, com Eduardo Lucena, Paulo Barros e Ana Raquel Lima. Em 2012, integrou a classe do Professor Nuno Ivo Cruz, no Mestrado em Performance da Escola Superior de Música de Lisboa.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Nuno Inácio, Vasco Gouveia, Patrick Gallois, Aurèle Nicolet, Michel Debost, Trevor Wye, William Bennett e Jacques Zoon. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2004 e 2008.
Foi galardoada com o 1º Prémio no Concurso de Interpretação da Costa do Estoril (2002), 1º Prémio no 8ª edição do Prémio Jovens Músicos (PJM)– solista, nível superior (2004), 1º Prémio do Concurso de Música de Terras de La-Salette (2006), 1º Prémio PJM (música de câmara, nível superior) com o Trio Polyhymnia (2006) e o 3º Prémio no Concurso de Interpretação do Estoril (2007). Foi também distinguida com a Salva de Honra do Município de Albergaria-a-Velha (2004).
Tem colaborado com diversas orquestras, entre as quais a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra do Norte, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Jazz de Matosinhos, International Mahler Orchestra, tendo trabalhado, entre outros, com António Saiote, Pedro Carneiro, Pedro Neves, Joana Carneiro, Jan Cober, Julia Jones, Jonathan Stockhammer, Peter Rundel, Christoph König, Maria Schneider e Josep Pons. Em 2003 foi admitida da Escola de Verão da Orquestra de Jovens da União Europeia, tendo a honra de trabalhar com Vladimir Ashkenazy.
Apresentou-se a solo com a Orquestra de Câmara de Cascais e com a Orquestra Gulbenkian. Com o Trio Polyhymnia (Jan Wierzba-piano e Michal Kiska - violoncelo), gravou para a RDP-Antena2 e apresentou-se no Festival de Música da Póvoa de Varzim, Festival do Estoril, Auditório de FEUP e no Ciclo de Concertos da Faculdade de Direito do Porto.
Integra o Coral Voz Nua, sob a direcção da Maestrina Aoife Hiney. Frequenta o Curso de Formação de Animadores Musicais da Casa da Música, tendo, no âmbito desse projecto, desenvolvido trabalho de intervenção na comunidade.
Recentemente, foi admitida como mestranda no Real Conservatório de Haia, na classe do Professor Jeroen Bron.

Adriana Ferriera

Flauta | Roterdão

A flautista Adriana Ferreira (Cabeceiras de Basto, 1990) é solista da Orquestra Nacional de França desde 2012. Obteve o 1º Prémio, o Prémio da Orquestra e o Prémio do Jovem Júri no Concurso Internacional de Flauta Carl Nielsen (Dinamarca); o 2º Prémio ex-aequo (1º não atribuído) e o Prémio Coup de Coeur Breguet no Concurso Internacional de Música de Genebra (Suíça); o 1º Prémio no Concurso Internacional de Flauta Severino Gazzelloni (Itália), o 3º Prémio no Concurso Internacional de Flauta de Kobe (Japão), o 1º Prémio no Concurso Internacional do Jovem Flautista (França), bem como o 1º Prémio e o Prémio do Público no Concurso de Interpretação do Estoril | Prémio El Corte Inglès, entre outros. A cabeça da flauta com a qual se apresenta foi-lhe atribuída por Sir James Galway, Lady Jeanne Galway e Jörg Rainer Lafin em 2014.

Apresentou-se a solo com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica de Odense, Orquestra de Câmara do Kremlin e Orquestra de Câmara de Genebra, entre outras. Em 2011 gravou o seu primeiro CD – Danse des Sylphes, com a pianista Isolda Crespi (Numérica); com quem recentemente gravou um CD para a colecção Falaut em Itália. Em 2013 gravou o Concerto para três flautas e orquestra de Thierry Pécou, com a Orquestra Nacional de França. Foi solista em diversas Convenções de flauta (Sevilha, Paris, Manchester, Charlotte) e festivais internacionais de música, sendo regularmente convidada como flautista residente dos Festivais de Giverny (França) e Kuhmo (Finlândia). Estreou obras de vários compositores, como o Concerto para Flauta e Orquestra, de Joaquim dos Santos, e “[p][k][t]” para Flautim e Electrónica, de Diana Soh, a si dedicadas. Foi convidada a colaborar como 1º flauta com a Orquestra da Ópera de Lorraine, Orquestra Filarmónica de Bergen da Noruega e Orquestra Sinfónica da Rádio Finlandesa; tendo colaborado igualmente com a Orquestra de Paris e a Orquestra da Ópera Nacional de Paris. Integra regularmente a Orquestra XXI, que reúne músicos portugueses residentes no estrangeiro.
Adriana Ferreira obteve um Prémio de Mérito do Ministério da Educação e o Prémio Dra Manuela Carvalho pelos seus estudos na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (Artave), na classe de flauta de Joaquina Mota. Ex-bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, concluiu o Mestrado no Conservatório Nacional Superior de Música (CNSM) de Paris na classe de Sophie Cherrier, tendo ainda estudado durante um ano na Escola Superior de Música Hanns Eisler de Berlim (Erasmus), na classe de Benoît Fromanger. Terminou recentemente o 3º ciclo superior (Diploma de Artista Intérprete de Música Contemporânea) no CNSM de Paris. Paralelamente, é licenciada em Musicologia pela Universidade Paris-Sorbonne.